Quando uma gigante do setor decide vender digitalmente, o mercado inteiro presta atenção
A Eurofarma é um dos maiores laboratórios farmacêuticos do Brasil e da América Latina. Quando decide estruturar um canal de e-commerce B2B, não está apenas lançando uma nova plataforma de vendas — está sinalizando para o mercado que o futuro das transações industriais passa pelo digital. E quando esse canal mantém crescimento consistente por quatro anos consecutivos, a sinalização se torna confirmação.
Case Eurofarma: A B2B Agency participou do lançamento e da estruturação do e-commerce B2B da Eurofarma, um projeto que se tornou referência no setor. Nos quatro anos desde o lançamento, o canal digital da Eurofarma cresceu de forma consistente, provando que a indústria química e farmacêutica tem não apenas capacidade de operar no digital, mas de transformar esse canal em um driver relevante de crescimento comercial.
O que o mercado ainda não entendeu sobre vendas digitais na indústria química
Existe uma resistência histórica na indústria química em relação ao digital. O argumento é sempre o mesmo: nossos produtos são técnicos, o processo de compra é complexo, nosso cliente precisa de atendimento especializado. Tudo isso é verdade. E nada disso impede que o canal digital funcione.
O que o case da Eurofarma demonstra é que complexidade técnica e presença digital não são opostos. Um canal B2B bem estruturado pode coexistir com o processo de venda consultiva, atender pedidos recorrentes de forma automatizada, liberar o time comercial para focar em novas contas e oferecer ao cliente a conveniência de comprar no seu tempo — sem depender de atendimento em horário comercial.
Os três pilares de um canal digital que funciona para a indústria química
O primeiro pilar é a experiência do comprador B2B. O portal de e-commerce precisa ser construído com a lógica de quem compra na indústria: catálogo técnico estruturado, informações regulatórias acessíveis, histórico de pedidos, cotação rápida, condições comerciais por perfil de cliente. Uma plataforma com UX de varejo não funciona para o comprador industrial.
O segundo pilar é a integração com o CRM e o processo comercial existente. Um canal digital que opera em silo, sem visibilidade para o time de vendas, gera conflito interno e perde oportunidades de upsell e cross-sell. A integração garante que o comercial saiba o que cada cliente está comprando digitalmente e possa agir estrategicamente sobre essa informação.
O terceiro pilar é o marketing que alimenta o canal. Um e-commerce B2B sem tráfego qualificado é uma loja vazia. Campanhas de tráfego pago, SEO técnico, e-mail marketing para a base de clientes e conteúdo que educa o comprador sobre o portfólio são os motores que transformam uma plataforma digital em um canal de vendas ativo.
O que indústrias químicas podem fazer agora
Nem toda indústria química está no estágio de lançar um e-commerce B2B. Mas todas podem começar a construir a presença digital que vai tornar esse passo possível e natural quando chegar o momento. Isso significa estruturar o site como canal de geração de leads, produzir conteúdo técnico que posiciona a empresa como referência no segmento e criar campanhas de tráfego pago que alcançam os compradores certos nos canais certos.